

um convite pra deixar a poesia ser pele. tudo começa assim...
...intimidade e toque...
há uma linguagem que não precisa de palavras... é a pele dizendo o indizível. silêncios encostados um no outro, gestos se tornam poema. Na intimidade, arrepio é revelação, aproximação, um lume que se escreve no corpo. a ecoar, visceral, como quem sangra poesia em silêncio.
...Poetrix...
Tarde de calor no ar céu de poesia coalhado de estrelas.
Antes da palavra, o desejo do gesto, silêncio que treme pele arde em silêncio.
Vestindo mistério quer e nega não ousa tocar.
O quase vira arrepio... por dentro, emoções escondidas beijo contido, suspira.
Corpo entende a língua. no piano, a canção ardor, entrega, fusão, promete.
No peito, fogo tão perto… vento brinca de amor
E ali, noite cai Haikai.. "Violão ao luar”
Dedilho o tempo m' alma, desalinhada, inda canta.
Tempo parece parar o mundo desaparece só pra o amor dançar.
Olhares se cruzam mãos ainda hesitam, silêncio arde.
Ora, noite respira pulsos se reconhecem, toques invisíveis.
✨💫
No começo, tudo quase silêncio, é o sopro antes do vento. É a alma a tatear no escuro. Abrindo portas para o arrepio. Cada verso, segredo em botão, intimidade não é gesto. É o antes... É prelúdio, entrega. Um convite pra poesia ser pele. Toque invisível Que não se lê, Respira-se.
How I Love You - Engelbert Humperdinck (With Lyrics)
(*) Imagem: Pinterest
Do Poeta, Stan - Valeu a magia de tua interação! "Ao tocar a pele O mundo gira Momento mágico… sem controle."
Da Poetisa Esther Lessa Gratidão, um primor tua inspiração, Amei!
HAIKAIS (5/7/5 )
"DESEJOS NO PEITO PREPARANDO VIVA AÇÃO PRA ARDER COMO O SOL.
APENAS O TOQUE MUITO BEM DIRECIONADO SENSORIAL CASCATA.
O SENTIR É MÁGICO ARR'PIOS BEIJOS SUSPIROS BRINCANDO NO AMOR
A NOITE RESPIRA OS MISTÉRIOS E OS ENCANTOS EMERGE A POESIA.
VERSOS QUE SALTITAM EM NOSSOS CORPOS EM FOGO POEMA ARDOROSO." Marisa Costa
Enviado por Marisa Costa em 25/07/2026
Alterado em 31/07/2026 Copyright © 2026. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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