

Até na cinza há beleza — um resquício do que foi chama
...ausências e cinzas...
Poetrix...
No peito, ardente, uma chama faminta, pecado antigo jamais redimido.
Amor secreto, tão puro e intenso, floresce mesmo no silêncio.
Fogo apaga, em pranto calado, cinzas do que não pôde ser.
Alma em farrapos, misturada à noite, some como quem nunca existiu.
Haikais...
Saudade descalça, sem onde se abraçar, dor nua ao sol.
Ventre do vento, traz flores de saudade, pétalas do tempo.
Se luzes se apagam, amanhecer em lírios, a dor sorri.
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... Há ausência que queima mais do que presença. A lembrança acende, o corpo sente, E o que não foi se veste de brasas, até virar cinza. O silêncio carrega restos de palavras não ditas, E o coração caminha em ruínas Como quem guarda em segredo Um fogo que já não arde.
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(*) Imagem: Pinterest
Do Poeta Stan: Valeu! Belíssimo! " No peito ardente Tão puro e intenso Como quem nunca existiu."
Marisa Costa
Enviado por Marisa Costa em 11/12/2025
Alterado em 07/01/2026 Copyright © 2025. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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