

02/08/2026 11h57
Saudade...
...saudade...
Plenitude e incompletude digladiando... Ou seria a saudade? Não saudade de alguém. De um lugar? Como? Se talvez nunca tenha existido...
É como o eu lírico a dizer: Amo demais a terra para abandoná-la, e pressinto demais o céu pra caber apenas nela.
É uma dor que não é derrota. É excesso. É uma alma que não consegue morar inteira em um único horizonte.
Talvez, por isso minhas ideias saiam desencontradas. O entre nunca anda em linha reta. Ele oscila.
Tento escrever um poema Respirando esse estado — Talvez assim, essa saudade possa dormir.
Publicado por Marisa Costa em 02/08/2026 às 11h57
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