

26/07/2026 12h59
O Vermelho se faz verbo...
...o vermelho se faz verbo...
O vermelho vive. Mesmo quando o tempo o tenta apagar, ele insiste — pulsa na memória do que ardeu e no que ainda arde. É o sangue dos instantes que não se deixa morrer. É o último sopro do amor antes de se tornar silêncio.
O vermelho não é fim. É renascimento em cada ferida que se recusa a fechar, É cicatriz que respira, É promessa que se reescreve no corpo da madrugada. Ele sussurra ao vento que o amor, quando verdadeiro, nunca parte: apenas muda de forma, de pele, de tempo.
E quando o dia enfim desperta, o vermelho recolhe-se em silêncio — como quem guarda, em segredo, a lembrança do instante em que o mundo quase se incendiou de ternura.
Publicado por Marisa Costa em 26/07/2026 às 12h59
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