

16/02/2026 12h33
Manto doce...
...manto doce ...
Talvez, o manto doce de meu querer Qual desejo ornado de vermelho sangue, Em cenas surreais sentidas Extrapole trevas. Brincando de se entregar Acalme saudades... Na dobradura das horas O orvalho das amarguras Rearrumando o toque da dor Deixe entrar o viver Quiçá!
Ah, sentires, tantos... Inda que a maioria, os sepulte, ainda vivos, na teia das impossibilidades o que sobra de mim senão fragmentos?
Perdida, o medo de queimar-me em minhas próprias chamas faço eu o que com a saudade que, lá fora, grita alto?
Sou uma mulher forte, sim mas, também, mora em mim o precisar de um abraço que diga: _ Tudo vai ficar bem... De começar minhas manhãs com um beijo e nada mais. Lento e profundo ou como se fosse mar, ou a ultima gota de água restante no mundo.
De emoção tanta que coração inté sussurre: Que saudade!
Across Italy with Love – A 1960s Journey Through Romance & Memory
Publicado por Marisa Costa em 16/02/2026 às 12h33
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